"Eu pensei que Deus
tinha me esquecido.
Mas vocês vieram."
Quando o barco atracou em Vila Paricatuba, Dona Rosa tinha 54 anos e não via um médico de perto há quase uma década. Não por falta de necessidade — mas porque o sistema simplesmente não chega até lá.
Naquela tarde de junho de 2026, ela recebeu uma cesta de alimentos, um atendimento médico e ouviu pela primeira vez que alguém tinha cruzado o Marajó especialmente para ela.
"Quando vi aquele barco chegar, pensei que era sonho. Nunca ninguém veio de tão longe pra nos visitar."
— Moradora de Vila Paricatuba, junho de 2026